Símbolos

O brasão e a bandeira de Corumbá são de autoria de Ramon Curado e Luiz Reginaldo Fleury Curado, que os idealizaram em 1965 a partir de uma pesquisa histórica feita por eles.

Estes símbolos patrióticos foram desenhados por Lúcia Curado e pintados por Maria de Lourdes Curado.

A 10 de agosto de 1970 através da lei nº 398/70 o prefeito Samuel Costa Araújo transformou a bandeira e o brasão feitos por Ramon e Reginaldo em símbolos oficiais de Corumbá. Eles têm, de acordo com os seus autores, o seguinte significado:

A cruz vermelha em estilo português situada no centro da bandeira e do brasão, lembra o fato dos bandeirantes paulistas e portugueses terem iniciado o povoamento de Corumbá erguendo em primeiro lugar uma capela católica.

O ramo de café e o de cana-de-açúcar recordam-nos que durante mais de um século a economia corumbaense teve nesses produtos os seus principais artigos de exportação, sendo que o município chegou a ser um dos maiores produtores de café e açúcar de Goiás.

A bateia simboliza o trabalho dos garimpeiros na retirada do ouro, principalmente dos escravos, que formavam nos séculos passados a mão-de-obra sustentadora de nossa economia, inclusive na agropecuária.

A faixa verde (de baixo) representa as pastagens, lembrando que Corumbá foi um dos municípios goianos pioneiros na criação de gado e que destacou-se neste setor, principalmente no comércio de animais bovinos.

A faixa amarela (de cima) simboliza o ouro que deu origem à cidade e que foi no século XVIII o principal produto exportado pelos corumbaenses, sendo que o distrito de Corumbá com os seus numerosos garimpos foi nessa época uma das regiões goianas onde ocorreu a maior produção desse metal precioso.

O fundo branco da bandeira e do brasão representa as águas cristalinas do Rio Corumbá, que deu o seu nome à cidade.

Fonte: Ramir Curado – Corumbá de Goiás – Livro: Estudos Socias – Editora Ser, 2ª Edição, 1997

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