História

A povoação de Corumbá de Goiás surgiu em 8 de setembro de 1731, como pólo de mineração nos Rios Corumbá e Ribeirão Bagagem.

Em 1734, com a inauguração da capela de Nossa Senhora da Penha de França, a povoação passou a ser o centro de toda a região do Rio Corumbá, do qual originou-se o topônimo que significa em tupi-guarani banco de Cascalho.

O povoado foi crescendo entre o rio e a capela, com habitantes de origem paulista e portuguesa, vindos com as bandeiras, em busca de pedras preciosas e construindo suas moradias na margem do referido rio.

Em 1840, pela Resolução Provincial nº 5, de 5 de dezembro, Corumbá passou à categoria de paróquia, tendo como primeiro vigário o padre Manoel Inocêncio da Costa Campos.

Pela Lei ou Resolução Provincial nº 7, de 2 de julho de 1849, foi elevado à condição de Vila, com atribuições de município. Todavia, em 1º de agosto de 1863, pela Resolução nº351, perdeu essa condição, voltando a pertencer a Meia Ponte (Pirenópolis), restaurada em 23 de junho de 1875, pela Lei nº 529, efetivando-se a instalação por ato de 31 de janeiro de 1876.

A Vila de Corumbá recebeu foros de cidade, pela Lei Estadual nº 237, de 9 de julho de 1902, data que assinala sua autonomia político-administrativa.

Pelo Decreto-Lei Estadual nº 8.305, de 31 de dezembro de 1943, o município passou a denominar-se Corumbá de Goiás, em virtude da existência de topônimo idêntico em Mato Grosso.

Gentílico: corumbaense

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